Orgulho Ipê

Espaço reservado para trazer o perfil de associados e colaboradores

João Aidar – 97 anos
Sócio do Ipê há 59 anos, João é um veterano cuja paixão e lealdade ao clube são inabaláveis. Para ele, aqui é um lugar onde construiu suas amizades mais duradouras e enraizou sua vida esportiva. Atualmente, sua principal atividade é a sinuca que pratica com os amigos nos fins de semana. No passado, João foi um atleta tricampeão paulista de Tamboréu, esporte que ele considera o “marco” de sua trajetória. Sua filosofia sobre o clube é de apoio e observação. Ele acredita que, se não pode ajudar, não deve criticar. João valoriza a amizade desinteressada que encontrou no Ipê e recusou convites para outros clubes, como o Sírio e o Pinheiros, por considerar que suas raízes e seus verdadeiros amigos estão por aqui. Aos 97 anos, ele continua a encontrar alegria nos fins de semana, jogando com os amigos, um ritual que reforça a alegria e a lealdade que ele sente pelo clube que tanto ama.

"Quero aproveitar esse espaço aqui para homenagear uma pessoa muito importante nessa minha trajetória no Ipê. O Dr. Darcy Bellucini, excelente neurocirurgião, que aqui foi nosso técnico de tamboréu que aglutinou a nossa turma no esporte e nos acompanhou até o nosso tricampeonato. Ele foi um grande companheiro e responsável por unir todo mundo naquela época."
 

Melissa Nakamura, 46 anos
Sócia desde 2019, Melissa encontrou no Ipê um lugar acolhedor como sua segunda casa. Sua grande paixão é a natação, esporte que pratica há mais de 30 anos. Incentivada por amigos e professores do clube, ela se lançou no desafio das provas de águas abertas, evoluindo de 500 metros para 2,5 km e, agora, se preparando para nadar 5 km. Além da natação, a associada e sua família se dedicam à corrida. Com o marido e os dois filhos, ela se prepara para correr a São Silvestre juntos, um marco para eles. Complementando seus treinos, ela também vai na academia fazer fortalecimento, yoga e alongamento. Ela frequenta o clube quase todos os dias, valorizando as amizades e as melhorias feitas, como o aquecimento da piscina externa e a reforma de diversas quadras.

"O Ipê é um verdadeiro refúgio do cotidiano, um lugar onde encontro tranquilidade e diversão. O ambiente e as pessoas são muito acolhedores. Seja para treinar, relaxar, aproveitar uma atividade ou bater um papo com os amigos, o clube é o espaço ideal. Aqui posso me divertir, fazer novas amizades, renovar as energias e, mais importante, me sentir em casa. Sem dúvida, é um lugar que torna o meu dia mais leve e alegre.”
 

Victor Macedo, 41 anos
Quando entrou para o Ipê em 2020, Victor encontrou no clube o ambiente ideal para alinhar sua rotina com os valores que busca para sua família. Ele pratica ativamente futevôlei, futebol e treinamento funcional com o professor Nicolai. Além de sua participação nos esportes, o associado contribui para a vida do clube como diretor adjunto de Futevôlei e membro da comissão de obras. Para ele, o Ipê tem um papel fundamental na educação de seus filhos, oferecendo-lhes um espaço onde podem experimentar novas modalidades, aprender a competir de forma saudável e lidar tanto com a vitória quanto com a derrota.

"Diretor adjunto de Futevôlei e membro da comissão de obras. Para ele, o Ipê tem um papel fundamental na educação de seus filhos, oferecendo-lhes um espaço onde podem experimentar novas modalidades, aprender a competir de forma saudável e lidar tanto com a vitória quanto com a derrota."
 

Eneida Rita Rossetti Fausto, 72 anos
Eneida é uma associada que, literalmente, nasceu no Ipê. Com seu pai tendo adquirido o título em 1946, ano de fundação do clube, ela e seus cinco irmãos cresceram e se desenvolveram no clube. Ela se dedicou a esportes como vôlei e tênis, enquanto seus irmãos se aprofundaram no futebol. Para Eneida, o clube é o “quintal de casa”, um lugar tão essencial que a fez morar nas proximidades. Sua conexão vai além do esporte: ela foi a primeira mulher conselheira do clube, um cargo que ocupou por 20 anos, e também foi diretora cultural. Com uma paixão por preservar a história, Eneida foi responsável por criar o museu do clube e, junto com o sócio Monteiro, produziu a primeira revista do Ipê. Hoje, ela continua participando ativamente, praticando pilates duas vezes por semana, além de se inscrever para a musculação e participar do grupo “70 mais”.

"É muito gostoso ver como o clube está muito presente na vida das pessoas. Hoje, eu faço parte do grupo da terceira idade, o que me dá muito prazer, porque você chega no clube e sempre tem uma pessoa para conversar, para passar algumas horas e para relaxar. Então, o clube não é só um lugar de esporte, é muito social.”
 

Roberivam dos Santos Magalhães, 60 anos
Há 21 anos, Roberivan encontrou no clube não apenas um emprego, mas uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Inicialmente, ele encarou o desafio de trabalhar na área de higiene, onde passou dez meses. Graças à sua dedicação, foi promovida para o Almoxarifado, área em que atua até hoje. Sua função, registrada como auxiliar de escritório, envolve diversas responsabilidades administrativas e operacionais, cuidando da organização do estoque, da distribuição interna de materiais e do controle de entrada e saída de produtos. Ela se sente feliz com o ambiente do trabalho, as pessoas e as amizades que construiu ao longo dos anos. Ela demonstra grande satisfação em seu trabalho e em fazer parte da equipe.

"Já fiz muita coisa no Ipê e sempre gostei muito de trabalhar na Festa Junina. Era um trabalho divertido e gostoso. Aqui no clube, eu aprendi e continuo aprendendo todos os dias. Gosto da presença de todos os meus amigos e, graças a Deus, me dou bem com todo mundo. Sou feliz aqui no Ipê e agradeço muito a oportunidade que o clube me deu e continua me dando. Todas as chances que tive foram gratificantes. Eu amo o clube.”
 

Vanderlei Gregório da Silva, 54 anos
Com 32 anos de casa, Vanderlei é o funcionário mais antigo da equipe de manutenção do Ipê. Ele se descreve assim mesmo, com muito orgulho, e já viu muitas pessoas passarem por lá ao longo das décadas. Colaborador muito assíduo e dedicado, ele expressa grande satisfação com seu trabalho, que ele considera uma parte essencial de sua vida. Ele atua na manutenção, participando ativamente das obras e ajudando os colegas nas mais diversas tarefas. Para ele, o clube é mais do que um local de trabalho; é um ambiente onde construiu amizades duradouras. Sua lealdade é evidente com a instituição, demonstrando sempre a sua disposição de continuar contribuindo para o clube pelo tempo que for possível.

"Lembro com muito carinho do meu encarregado, o Sr. Alcides. Ele era uma pessoa muito boa e legal com a gente, e eu sempre falo dele para os meninos mais novos. Mas a lembrança mais marcante foi quando minha avó faleceu. A Ritinha, que trabalhava na administração, me deu a notícia, e eu não tinha dinheiro para ir no velório dela. Ela conversou com o presidente da época, o Sr. Ivo, e me deram o dinheiro para a viagem e ainda uma semana de folga para que eu pudesse ir. Foi um momento de muita dor, mas a ajuda que recebi do clube me mostrou a solidariedade que existe aqui.”

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