Orgulho Ipê
João Luís Viana de Castro – 45 anos
Associado desde 2021, João Luís Viana de Castro encontrou no Ipê Clube um ponto de equilíbrio em meio à intensidade da vida urbana. Praticante de futebol, tamboréu e, ocasionalmente, academia, ele também vê o clube como um espaço fundamental para a formação do filho, de 9 anos, que participa das aulas de natação. Para João, a prática esportiva vai além do condicionamento físico. Ela está diretamente ligada à saúde mental e emocional, funcionando como uma válvula de escape diante da rotina acelerada de São Paulo. A atividade física para ele é uma válvula de escape dessa nossa rotina. É uma questão de sanidade, de manter o autocontrole.
“Às vezes, ir até o Ipê só para ficar sentado, olhando o pessoal andar pelo clube, já é maravilhoso. Com poucos anos no quadro associativo, venho ao clube com bastante frequência, e com minha família. Construímos amizades sinceras e acho o Ipê muito acolhedor. Somos muito felizes por fazer parte da Família Ipeana”.
Sérgio Figueiredo – 79 anos
Com uma trajetória que se confunde com a própria história do Ipê Clube, Sérgio Figueiredo é associado desde 1976. Ao longo de décadas, participou ativamente de diversas modalidades esportivas e culturais, como futebol, tamboréu, sinuca, academia e teatro, além de eventos marcantes, como festivais de música e torneios interclubes. Atualmente, mantém uma rotina disciplinada com sinuca duas vezes por semana, teatro duas vezes por semana e treinos na academia. Para Sérgio, o clube sempre representou muito mais do que um espaço físico. Para ele, o Ipê Clube vai muito além de um espaço para lazer ou prática esportiva, ele é meu ponto de encontro com amigos que criamos ao longo do tempo.
“O sentimento de pertencimento que desenvolvi ao longo dos anos reflete diretamente no meu bem-estar emocional. O teatro, em especial, ocupa um papel central na minha vida, fortalecendo meu sentido sensorial, proporcionando constância e estabilidade na manutenção das minhas responsabilidades. O clube é um ambiente fértil para o crescimento pessoal e coletivo, onde valores, relações humanas e qualidade de vida caminham juntos. “Viva o Ipê Clube”.
Alzira Mendes Reis – 71 anos
Há 42 anos associada ao clube, Alzira Mendes Reis, construiu no Ipê uma história profundamente ligada à família, à amizade e ao esporte. Sua rotina ativa inclui aulas de condicionamento físico, musculação e corrida, modalidade que se tornou sua grande paixão ao longo dos anos. O clube foi o espaço onde suas filhas cresceram e onde a família construiu laços duradouros. Seu vínculo com o esporte também é marcado por conquistas. Em outubro, participou da Meia Maratona das Três Fronteiras com o Grupo de Corrida Ipê, conquistando o primeiro lugar na categoria 70+, no percurso de 10 km. Um exemplo de vitalidade, perseverança e amor pelo esporte, que inspira diferentes gerações dentro do clube.
“O Ipê foi o quintal onde minhas filhas cresceram e um lugar essencial de convivência para mim, meu marido e toda a nossa família. Hoje vivo uma nova fase dessa relação com o clube com minhas filhas e netos. É uma satisfação indescritível vê-los praticando esportes, criando seus laços de amizade e formando suas próprias memórias aqui”.
Alessandra Santana Destra Arruda – 47 anos
Associada desde 2018, Alessandra Santana Destra Arruda tem uma relação com o Ipê Clube marcada por desafios, reflexões e transformação. Mãe de um menino autista, sua vivência no clube esteve, por muito tempo, mais ligada ao acompanhamento atento do filho do que aos momentos de lazer. Com o tempo, Alessandra passou a refletir sobre as barreiras existentes e a falta de acessibilidade em diferentes contextos sociais. O retorno mais frequente ao clube e o convite para assumir a Subdiretoria de Inclusão marcaram uma mudança significativa em sua trajetória. Ela recebeu esse convite com muita alegria e acredita que pode contribuir nesse processo de inclusão no clube.
“Minhas maiores lembranças sempre foram relacionadas aos altos e baixos de uma maternidade atípica e os lugares que mais frequentei no clube foram as arquibancadas. A inclusão é algo muito complexo. Sempre existirão desafios, mas é possível fazermos muitas coisas para melhorar este cenário”.
Rosana Dias Oliveira da Paz – 65 anos
No Ipê desde 1983, Rosana é a colaborada mais longeva no clube. Sua trajetória de quase 43 anos, é um exemplo de dedicação, versatilidade e amor pelo que faz. Sua história no clube começou quase por acaso, mas se transformou em uma jornada marcada por aprendizados constantes, desafios superados e inúmeras conquistas profissionais e pessoais. Atualmente Rosana atua como Gestora Social e Cultural, sendo responsável pela coordenação de atividades desses dois departamentos, à frente dos eventos, festas, cursos e aulas de música, ballet e brinquedoteca, além das rotinas administrativas que dão suporte às equipes e aos projetos desenvolvidos nesses setores. Ao longo dos anos, acompanhou diferentes fases do Ipê e de sua própria vida, evoluindo junto com o clube. Para ela, o Ipê sempre foi mais do que um local de trabalho, foi e continua sendo, uma grande escola, onde aprende todos os dias.
“Entre tantas memórias, lembro com carinho o início de minha trajetória aqui dando aulas de ballet, jazz e violão. Eu jamais poderia imaginar que ficaria aqui por tanto tempo. Cheguei ao clube quase por acaso, mas ele se tornou um grande presente na minha vida. Aqui, nenhum dia é igual ao outro, sempre existe uma nova lição a ser aprendida e um novo desafio a ser superado, e isso é que me encanta em meu trabalho”.
Jesus Luiz Pereira – 62 anos
Há 33 anos no Ipê Clube, Jesus conta com orgulho seu comprometimento com suas atividades e o aprendizado diário em todas as áreas que atuou no departamento de esportes. Ele ingressou no Ipê sem experiência na área e sem nunca ter trabalhado em um clube, o que tornou seus primeiros anos desafiadores. Ainda assim, encarou cada etapa como uma oportunidade de crescimento. Iniciou sua jornada como auxiliar de instalações esportivas, exe- cutando serviços gerais e atividades mais braçais. Com o tempo, foi adquirindo conhecimento sobre as modalidades, os materiais e o funcionamento do departamento esportivo, superando as dificuldades iniciais. Essa dedicação o levou à função que exerce até hoje: encarregado do almoxarifado esportivo. Atualmente, Jesus é responsável por cuidar de todos os materiais utilizados nas modalidades esportivas do clube — uniformes, bolas, raquetes, equipamentos e itens necessários para aulas, treinos e empréstimos aos associados. Seu trabalho garante o bom funcionamento das atividades esportivas e o suporte essencial aos professores e atletas.
“O clube, para mim, representa uma base, tanto pessoal quanto profissional. Foi aqui que eu me adaptei, cresci e construí essa base através do trabalho e das oportunidades que me foram dadas. Entre minhas lembranças mais marcantes, destaco o vínculo criado ao longo dos anos com os associados. Quando cheguei, muitas das crianças que frequentavam o clube hoje já são adultas. Reencontrá-las e perceber esse vínculo criado ao longo do tempo é algo muito gratificante”.