Orgulho Ipê
Zaira Garcia Lopes, 78 anos
Zaira é uma das associadas mais antigas do Ipê, com cerca de 70 anos de vínculo com o clube. Cresceu entre piscinas e quadras, acompanhando os pais que praticavam tênis e vivendo uma infância marcada pela natação. Aos 14 anos integrou a equipe de natação do clube, treinada pelo Dr. Michalany, e na vida adulta seguiu ativa em diversas modalidades, como tamboréu, ginástica e alongamento. O Ipê foi também o cenário da infância e adolescência de seus filhos, tornando-se um espaço de convivência familiar e afetiva ao longo de décadas.
“Entrei no Ipê ainda criança, já nadando, acompanhando meus pais que praticavam tênis. Aos 14 anos fiz parte da equipe de natação, e mais tarde joguei tamboréu, fiz ginástica e alongamento. O clube foi essencial na criação dos meus filhos e continua sendo o lugar onde pratico minhas atividades físicas. O Ipê sempre esteve presente em todas as fases da minha vida.”
Paulo Troyano, 72 anos
Associado desde 1962, Paulo cresceu dentro do Ipê e se tornou um dos atletas mais vitoriosos da história do clube. Começou a frequentar o espaço aos 6 anos e construiu uma trajetória esportiva brilhante no tênis e no squash, acumulando títulos nacionais e internacionais. Entre suas conquistas estão o campeonato sul-americano juvenil de tênis (1969/1970), o título brasileiro juvenil e quatro títulos sul-americanos de squash, além de alcançar o 52º lugar no ranking mundial em 1985. Sua ligação com o clube é profunda e contínua, como reforça em todo o seu relato.
“O Ipê faz parte da minha vida desde a infância. Aqui cresci, treinei e vivi minhas maiores conquistas no esporte. Vou ao clube diariamente e não me imagino em outro lugar. Minha história como atleta e como pessoa está totalmente ligada ao Ipê.”
Ivanir Fonseca Larocca, 76 anos
Ivanir é associada do Ipê desde os 7 anos de idade e representa uma das trajetórias mais completas de vivência no clube. Praticou quase todas as modalidades oferecidas ao longo das décadas, do tênis às ginásticas, do pilates ao pickleball, que segue praticando com frequência. O Ipê atravessa gerações em sua família: seu pai foi um dos primeiros associados, ela trouxe o marido, criou os filhos no clube e agora acompanha os netos no mesmo caminho.
“Eu cresci no Ipê e continuo aqui até hoje, indo praticamente todos os dias. Já fiz todas as ginásticas possíveis, joguei muito tênis e agora pratico pilates e pickleball. Trouxe meu marido, criei meus filhos e agora meus netos no clube. Meus melhores amigos e os melhores amigos dos meus filhos nasceram aqui. O Ipê é parte da minha história.”
Luciano Wagner Riberlo, 51 anos
Associado desde 2008, Luciano transformou o Ipê em sua segunda casa, não apenas para ele, mas para toda a família. Pratica futebol, tênis e academia com regularidade e encontrou no clube um espaço de convivência, amizade e pertencimento. Participa de competições, incentiva os filhos e a esposa em suas atividades esportivas e vive o Ipê como um ambiente de lazer, esporte e vínculos duradouros.
“O Ipê é minha segunda casa. Aqui relaxo, pratico esportes e convivo com amigos que levarei para a vida toda. Tenho orgulho de defender a bandeira ipeana nas competições e de acompanhar meus filhos e minha esposa nas atividades deles. Não sei como viveria sem o Ipê hoje.”
Vanilda Oliveira Silva, 51 anos
Funcionária há nove anos, Vanilda construiu no Ipê uma trajetória marcada por dedicação, conquistas pessoais e vínculos afetivos. Trabalhando na zeladoria do vestiário feminino, ela se orgulha de cuidar do espaço e apoiar os colegas sempre que necessário. O clube teve impacto direto em sua vida material, foi através do trabalho no Ipê que conseguiu conquistar sua casa, e também emocional, especialmente durante a pandemia, quando viveu momentos marcantes. Ela lembra com força da cena em que um diretor estava chorando no hall social, um símbolo do período difícil que enfrentaram juntos.
“Estou há nove anos no Ipê e gosto muito daqui. Foi trabalhando no clube que consegui conquistar minha casa e construir minha vida. Tenho lembranças lindas das festas juninas e dos eventos, e também momentos tristes, como a pandemia, que nunca vou esquecer. Meu trabalho é cuidar do vestiário feminino e ajudar no que for preciso. O Ipê faz parte da minha história.”
Almir Gonçalves Firmino dos Santos, 47 anos
Almir está no Ipê há 12 anos e trilhou uma jornada de crescimento profissional exemplar: começou como porteiro, tornou-se líder e hoje é gestor da portaria, estacionamento e monitoramento. O clube representa para ele uma verdadeira escola, onde descobriu habilidades que nem imaginava possuir. Sua relação com os associados é marcada por respeito e reconhecimento, e ele guarda na memória episódios marcantes, como o dia em que socorreu um associado com fratura de fêmur, experiência que o marcou profundamente.
“Entrei no Ipê no dia do meu aniversário e nunca mais saí. Aqui cresci profissionalmente, aprendi tudo o que sei e me tornei gestor. Amo trabalhar no clube e tenho orgulho da relação que construí com os associados. Nunca vou esquecer o dia em que socorri um associado com fratura de fêmur, três meses depois de entrar. O Ipê é tudo para mim.”